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As Razões Visíveis e Esotéricas para o Solstício de Junho

Os solstícios marcam o momento em que a vibração terrestre é mais elevada e em que os raios cósmicos da Vida Crística entram profundamente (solstício de dezembro) ou saem definitivamente (solstício de junho). Juntamente com os equinócios de março e setembro, constituem os pontos decisivos na vida do Grande Espírito Planetário da Terra, Cristo.

O solstício de junho é um ótimo momento para se fazer um importante exercício esotérico na sua véspera: o Ritual do Solstício de Junho!

Razões Visíveis: No solstício de junho, a Terra está se aproximando do máximo afastamento do Sol. Como sabemos, a astrologia funciona em projeção geocêntrica, e a declinação nos dá a maior ou menor angulação que o astro considerado faz com o Equador, tal como visto da Terra.

Assim, à medida que os dias se aproximam de junho, a declinação do Sol vai aumentando: passa de 0º em 21-22 de março até atingir um máximo de 23º 26′ em 20-21 de junho. Então, parece que fica “parado” cerca de três dias nos 23º 26′ (daí o verbo sistere, que compõe “solstício”), uma vez que estamos vendo em projeção geocêntrica contra o fundo da Esfera Celeste. A partir do dia 24-25, volta “para trás” e os dias começam a diminuir. Essas razões físicas são as partes visíveis que verificamos como evidências de que o solstício de junho é o momento em que a Terra está chegando ao seu ponto mais distante do Sol.

Razões Esotéricas: Esteja você no hemisfério norte ou no sul, independentemente da inversão das estações, uma coisa não muda: é a distância, maior ou menor, a que o Sol se encontra da Terra. A Terra percorre uma elipse em torno do Sol ao longo do ano, e não uma circunferência perfeita, e o Sol ocupa um dos focos dessa elipse. Como dissemos acima, no solstício de junho, a Terra está no máximo afastamento do Sol, o que provoca uma diminuição de espiritualidade com a correlativa intensificação e pujança de vitalidade física.

O planeta Terra fica, então, consciente de certo vazio, um vazio espiritual, enquanto a Glória Cósmica se afasta. A liturgia cristã associa este tempo ao festejo de São João Batista, o Precursor (24 de junho), que antecede e anuncia o solstício seguinte, o de dezembro. Daí as palavras de São João Batista: “Fui enviado adiante d’Ele.” (Jo 3:28) e “Ele deve crescer, e eu diminuir.” (Jo 3:30).

Esta é a época em que o Cristo, tendo alcançado o Trono do Pai (o Mundo do Espírito Divino) depois de ter completado Seu trabalho terrestre por mais um ano, é saudado pela hoste celestial, os Senhores da Sabedoria, que também habitam lá. Em honra a este grande Ser, que deu Sua vida até à exaustão, é apropriado juntarmo-nos àquele coro celeste cantando:

“Aclamem todos o poder do nome de Cristo Jesus!
Deixem os anjos prostrados caírem;
Tragam o diadema real,
E como o Senhor de todos, O coroem.”

Acesse o texto do Ritual do Serviço do Solstício de Junho: Clique aqui.

E que as Rosas Floresçam em Vossa Cruz. 

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